Agulhadas, pontadas, latejamento e queimação são algumas manifestações dolorosas que sentimos quando algo não vai bem. Apesar de sua conotação negativa, a dor tem um papel extremamente útil para a defesa do corpo, uma vez que é um sintoma indicativo de que nosso organismo está sendo agredido em alguma parte.
A vida sem dor, embora pareça ser uma opção atrativa, nos traria sérios problemas, uma vez que nos exporíamos a agentes agressores sem qualquer reação de defesa e isto traria sérias consequências para o organismo. Imagine se não sentíssemos dor ao encostar a mão no fogo, ou mesmo quando pisássemos em um prego.
Na grande maioria dos casos, a dor é causada por fatores externos (ex.: queimaduras, cortes, etc) ou doença instalada internamente no próprio organismo (ex.: cáries, infecções, etc).
A dor é um verdadeiro alarme do nosso organismo, sendo extremamente útil para sabermos que algo está errado e é hora de procurarmos um médico.
É importante que o relato da dor, quanto a sua intensidade e frequência, seja feito corretamente ao médico; desta forma o diagnóstico será mais preciso.
PRODUÇÃO DA DOR
A dor é uma sensação e, como tal, deve ser processada através do nosso cérebro. Então, quando sentimos dor em um local qualquer do organismo e sendo o cérebro o comandante de tudo, todas as dores deveriam se refletir na cabeça, certo?
Errado! Para que isto ocorra, lembramos que, espalhados por todo nosso organismo, existem estruturas que enviam mensagens ao cérebro sobre os estímulos dolorosos que incidem sobre elas, tais como: calor, frio e pressão.
O cérebro, por sua vez, lê estes estímulos e os devolve à estrutura de origem na forma de sensação dolorosa. Por exemplo: você pisa em um prego, o estímulo percorre um caminho (fibra nervosa) até o cérebro e volta por outro caminho (outra fibra nervosa) até o local de origem, gerando a dor.
Fonte: Folheto da Hoechst