Conforme o MTE, a futura NR 36 - Trabalho em Altura, deverá estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo planejamento, organização, execução e definição da responsabilidade para todos os setores. "A regulamentação tratada de forma geral é fundamental, porque o risco de queda existe em vários ramos de atividades, como em serviços de manutenção e limpeza de fachadas e predial em geral; instalação de torres de telefonia, energia, antenas de TV a cabo, para-raios e outdoors; operação de gruas e guindaste; montagem de estruturas diversas; carga e descarga em caminhões e trens; depósito de materiais e silos; lavagem e pintura de ônibus, entre outros. Portanto, devemos intervir nessas situações de grave e iminente risco, regularizando o processo de forma geral e tornando essas tarefas mais seguras para o trabalhador", defendeu o engenheiro Gianfranco Pampalon, auditor fiscal do trabalho do MTE e autor de três manuais que visam disseminar conhecimentos sobre a prevenção de acidentes do trabalho.
Segundo ele, o setor da construção civil é o maior responsável por quedas. "Em 2009, foram registradas oito mortes somente na capital paulista, reflexo direto da falta de mecanismos de segurança." Conforme explicou Pampalon, em outros países a situação não é diferente. "Portugal registrou 115 acidentes do trabalho no ano passado, dos quais 26 foram fatais, sendo que 23 ocorreram na construção civil. Nos Estados Unidos, o setor foi responsável por 433 quedas em 2006. A improvisação é a principal causa dessas ocorrências", mencionou. Para ele, quem realiza o trabalho em altura deve ser supervisionado por profissional capacitado e qualificado e conhecer os riscos e normas de segurança. "Além disso, deve utilizar todas as técnicas corretas na execução de suas atividades e verificar diariamente o estado dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)", afirmou.
Fonte: Federação Nacional dos Engenheiros – FNE




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11 comentários:
ola gostaria de saber oque esta sendo feito para que as empresas de os treinamentos basicos para seus colaboradores
boa tarde!eu acho que todo este comentario da nr 36,vai ser uma palhaçada,porque vai continuar ser a mesma impunidade sobre os infratores, eu pergunto onde está a tuação da viscalização!
OLA DARCY MEU NOME E REGINALDO .Tenho uma grande duvida e acredito que voça possa me ajudar.Iniciei o curso a 3 meses e estou com uma dificuldade para conpreender as materias , as vezes chego a pensar em desistir sempre tem alguem comentando que se não haver uma quimica e perca de tempo.Acrtedito no meu potencial acredito que posso ser um bom profissional.Mas cofesso que esta batendo um desanimo por conta dessa minha dificuldade de assimilar as materias. Grande abraço.....
Olá Reginaldo
Isso é normal. Tem algumas matérias que parecem até dispensáveis. Não se preocupe em entender tudo agora. Por enquanto são só teorias, o que importa mesmo é você querer ser um TST. O resto se vai apegando com o tempo. Dificuldades todos têm. Alguns mais e outros menos, mas o fato é que essa profissão é feita de vontade,conhecimento, ação e relacionamento.
Vai em frente e naquilo que tiver mais dificuldades procure ajuda. Aqui mesmo no meu Blog você vai encontrar muita coisa. Se não encontrar, não hesite em pedir ajuda.
Abs.
Mais uma coisa Reginaldo: Não esqueça de fazer seu cadastro na RedeSegMe para interagir com outros profissionais e estudantes.
Prezado Darcy,
Gostaria de mais detalhes sobre a NR-36. Tem algum curso para esta norma assim como temos para a NR-10, NR-13?
Aguardo.
Não tem cursos, pois a Norma ainda está em discussão.
Já era hora de existir uma norma regulamentdora especifica para trabalho em altura, já que a nr 6 não dar muitos detalhes sobre o assunto. E Nois Tecnicos em Segurança do trabalho ficamos felizes com isso; porque assim iremos minimizar ou ate mesmo acabor com os riscos de acidentes em altura com base na NR 36.
Vanessa Lúcia
É verdade amigo, mas já está atrasado. A previsão era até abril/2011 o lançamento da norma.
Você acha que será dificil colocar em pratica a nr 36 nos postos de trabalho ou não os tst's vão lidar bem com isso?
Eu penso que vai mais ou menos como aconteceu com a NR10. Terão que dar um tempo para as empresas se adequarem, pois os equipamentos para trabalhos em altura são bem caros.
Na empresa em que trabalho já implantamos um Protocolo de Trabalho em Altura e vimos que muitos equipamentos, por exemplo, os travaquedas, são caros e, dependendo da empresa, pode ter inúmeros pontos de instalação de cabo-guia com travaquedas.
Vai demorar para as empresas se adequarem à norma, com certeza!
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